Mostrando postagens com marcador Histórias e Biografias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Histórias e Biografias. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de setembro de 2010

The Edsels

The Edsels foi um grupo americano de Doo Wop que fez muito sucesso entre as décadas de 50 e início da década de 60. O nome original do grupo era The Essos, o mesmo da companhia petrolífica, e posteriormente foi alterado para coincidir com o nome de um novo automóvel que a Ford estava lançando, o lendário Edsel. O conjunto era liderado por George Jones Jr. , com apoio dos back vocals Marshall Sewel, James Reynolds, e os irmãos Harry e Larry Greene. Apesar do grande sucesso que os grupos Doo Wop faziam naquela época, Os Edssels foram um dos poucos grupos que conseguiram assinar contrato com uma grande gravadora, a Capitol Records, em 1961. O grupo partyicipaou de diversas performaces em programas televisivos de grande audi~encia nos EUA como o American Bandstand. Hoje em dia o conjunto é conhecido exclusivamete pelo hit Rama Lama Ding Dong , gravada em 1957 e lançada em 1958. Porém a música tornou-se conhecida somente em 1961, depois que um DJ de Nova York começou a tocá-la como uma sequencia da versão Doo Wop de Blue Moon do grupo “The Marcels”. O Grupo continua se apresentando até hoje contando em sua formação com James Reynolds, da primeira formação, além de com seus cinco filhos Jeff Baron, Patrick, Chris e Carlise.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

“The Crickets”, a banda de Buddy Holly

Formada em 1957, sob a liderança do saudoso Buddy Holly, a banda The Crickets foi o primeiro conjunto a utilizar o formato clássico de banda de rock, com dois guitarristas, um baixista e mais o baterista. Para começar a contar a trajetória dessa banda, que ainda está na ativa, temos que voltar um pouco mais no tempo. Tudo começa em 1953 na cidade de Lubbock no Texas, quando Buddy Holly - que nessa época ainda não era conhecido por este nome - e Bob Montgomery, dois estudantes da Hutchinson Junior High School, formaram uma dupla de “Bluesgrass” para tocarem em festas de garagem e nos bailes escolares da cidade.  Não tardou para se destacarem na região, conseguindo, inclusive, um espaço de meia hora para tocar ao vivo na programação dominical da rádio KDVA. Dois anos mais tarde, em 14 de outubro de 1955, veio a oportunidade que poderia tornar os jovens músicos conhecidos além das fronteiras de Lubbock. Neste dia, Buddy e Bob, acompanhados do baixista Larry Welborn, do guitarrista Sonny Curtis e do baterista JI Alisson, abriram um show para Bill Haley & This Comets,no Coliseu, um clube a poucos quilômetros de Lubbock. No dia seguinte, no mesmo local, abriram o show do novo astro do rock Elvis Presley, de quem Holly era admirador confesso, com a participação de Johnny Cash.

Era o empurrão necessário para a sorte começar a mudar, ao menos para Buddy Holly. A apresentação foi observada pelo produtor musical Eddie Crandall, que impressionou-se com o talento de Holly, e ofereceu ao guitarrista um contrato para gravar na Decca Records, mas sem a companhia de Montgomery. A princípio Holly não queria se separar de seu parceiro,porém o próprio Montgomery não impediu que Holly perdesse a oportunidade por sua causa. Então, em fevereiro de 1956 ,Buddy Holly viaja a Nashville para fazer sua primeira sessão na gravadora, sendo acompanhado pelo “Two Tunes”, um duo formado pelo guitarrista Sonny Curtis e o baixista Don Guess. Nessa sessão gravaram 4 demos entre elas “That'll Be The Day” numa versão mais lenta da que foi lançada comercialmente no ano seguinte.  Entre as gravações, a Decca lançou “Blue Days, Black Days” e “Modern Don Juan” que não corresponderam às expectativas da direção da gravadora.

Com o fracasso, a Decca comunicou a Buddy Holly que seu contrato não seria renovado após seu término. Foi então que Holly conheceu o empresário Norman Petty que o aconselhou a voltar à sua cidade natal para procurar músicos que estivessem afim de tocar numa banda. Chegando a Lubbock, no início de 1957, Buddy reúne alguns amigos de longa data como o baixista Larry Welborn- que participaria apenas algumas gravações da nova banda  e cedendo espaço para Joe B. Maudlin-, o baterista JI Allison e o guitarrista Niki Sullivan para formar uma banda de rockabilly.

Em 25 de fevereiro de 1957 a trupe segue para Clovis, Novo México, para participarem de algumas sessões no estúdio de gravação do produtor Norman Petty, onde gravaram uma nova versão para “That'll Be The Day”. A fita rendeu à banda um contrato com a Coral, gravadora subsidiária da Decca Records, e Normam Petty tornou-se o empresário da banda. Embora Larry Welborn tenha participado de algumas gravações com os Crickets nunca foi considerado um membro efetivo da banda- simplesmente porque Welborn não queria comprar um baixo novo- sendo Joe. B. Maudlin, o baixista oficial.

Apesar de não renovar contrato com a Decca, Holly mantinha um acordo com a gravadora que o impedia de lançar discos por outra empresa, usando o nome Buddy Holly, por cinco anos. Para por fim ao impasse contratual, decidiu-se juntar ao nome de Buddy Holly o da banda que o acompanhava nas gravações. Ou seja, Holly tinha simultaneamente um contrato como artista solo com a Decca Records e outro com a subsidiária Coral como Buddy Holly & The Crickets.

Algumas pessoas dizem que nome do conjunto teria sido inspirado em um certo grilo* que infernizava os ensaios dos músicos no estúdio de gravação. A persistência do pequeno inseto era tanta que os músicos não teriam hesitado em batizar a banda como “The Crickets”. Mas, na realidade o nome surgiu simplesmente porque os músicos queriam batizá-la com um nome de algum inseto, uma certa moda entre bandas novas, tal como fizeram “The Spiders”, por exemplo. Na verdade, J Allison estava com um livro que continha várias nomenclaturas de insetos e acharam que “Crickets” era uma boa escolha, já que na região onde ensaiavam era infestada por grilos

Resolvido o impasse contratual entre Holly e Decca Records, a Coral lança no mercado “The Chirping Crickets”, o disco de estréia de Buddy Holly & The Crickets, com destaque para as faixas “Not Fade away” , “Peggy Sue”, “Oh! Boy” e “That'll Be The Day” que liderou a parada Pop da BillBoard,em 1957. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os backing vocals não são feitos pela banda, e sim por um grupo vocal chamado “The Picks”.

No dia primeiro de dezembro de 1957, após uma turnê pelos de 80 dias pelos EUA com Fats Domino, The Everly Brothers e Wanda Jackson, “Buddy Holly e The Crickets” aparecem no Ed Sullivan Show, tocando “Peggy Sue” e “That”ll Be The Day”. Essa apresentação marcou a despedida do baterista Niki Sullivan da banda. Ele deixou o grupo alegando que não conseguia acompanhar o ritmo de uma turnê como a que estavam fazendo. Para o lugar que ficou vago foi convocado Tommy Allsup.

No início de 1958, Norman Petty marca para a banda uma turnê internacional que incluía na agenda Austrália, Canadá, e Inglaterra. No entanto, algum tempo depois da bem sucedida turnê, Buddy Holly começa a divergir dos demais integrantes quanto às aspirações  musicais e do rumo que a banda deveria seguir. Enquanto Maudli, Alisson, e Allsup queriam permanecer no Texas, Holly planejava mudar-se para Nova York, onde vivia sua noiva Maria Elena Santiago e que esperava um filho seu. E assim fez Holly, deixando o The Crickets em agosto de 1958.

Entre 1957 e 1959, o Rock N Roll viveu uma fase “obscura” com Elvis servindo o exército na Alemanha, Chuck Berry preso por escândalo sexual com uma menor mexicana, Jerry Lee Lewis no limbo após a imprensa divulgar seu casamento com uma prima de 13 anos e Carl Perkins recuperando-se de um grave acidente que quase o matou. Diante deste cenário, a música de Buddy Holly & The Crickets tornou-se algo empolgante para a juventude. No que diz à parte criativa o grupo também se diferenciava de outros artistas pois eram uma das poucas bandas responsáveis por suas próprias composições, já que naquela época era comum o fato de as gravadoras contratarem compositores profissionais para essa tarefa.

Em 1959, em carreira solo e com dificuldades financeiras, Holly participa da mal fadada “Winter Dance Party”, uma turnê conjunta com outros astros do rock como Ritchie Valens, Big Bopper, Dion & The Diamonds e Eddie Cochran. A excursão acabou com o trágico acidente de avião que matou Holly, Big Bopper e Ritchie Valens no dia 3 de fevereiro daquele ano.

Após a saída de Holly, a vendagem de novos títulos dos Crickets despencaram e nunca mais conseguiram fazer tanto sucesso. Exceção feita na Inglaterra, onde ficaram extremamente populares, a ponto de superarem Elvis Presley em número de vendas de discos e também nas paradas de sucesso daquele país. Deve-se isso ao fato de a banda ao longo da carreira ter feito algumas excursões por lá, enquanto Elvis Presley nunca havia tocado fora dos Estados Unidos, por conta de problemas do Coronel Tom Parker com a imigração americana.

Mesmo assim os “Crickets” continuaram a trilhar seu rumo, agora com dois novos integrantes - o guitarrista Sonny Curtis, que gravou com Holly nas sessões de Nashville e o novo vocalista Earl Sinks que permaneceu pouco tempo na banda. Sonny Curtis assumiu provisoriamente o posto de vocalista até ser convocado para o exército. Com Curtis servindo o exército americano, David Box, um grande fã de Buddy Holly e ex-integrante do grupo “The Ravens”, assume os vocais. Box ficou conhecido pela gravação de “Peggy Sue Got Married” que levou o “The Crickets” ao Top Ten das paradas de sucesso na Inglaterra. Coincidência ou não, no dia 23 de outubro de 1964, David Box morreu em um acidente de avião - assim como Holly -, quando retornava para Lubbock depois de uma excursão com sua banda naquela época, Buddy & The Kings (O nome desta banda não tem relação alguma com o nome de “Buddy Holly”).

Ainda em 1964, a banda passa por novas modificações na formação com o retorno de Curtis so serviço militar - apenas tocando guitarra - e as inclusões de Jerry Naylor no vocal e Glen Hardin - que chegou a tocar com “The Everly Brothers” e integrou a TCB Band de Elvis Presley - no piano.

Nas décadas de 70 e 80 tanto Allison quanto Maudin concentraram-se em outros projetos musicais, deixando os “Crickets” inativos por algum tempo. Em 1977o grupo reuni-se  para tocar em um tributo a Buddy Holly na Inglaterra, evento que foi idealizado e organizado por Paul McCartney. Nesse período Gordon Payne assumiu o liderança da banda como guitarrista e vocalista.

A formação atual conta com Sonny Curtis na guitarra e voz, além de Allison na bateria e Joe B. Maudlin no contra-baixo. No dia 28 de outubro de 2008, receberam uma justa homenagem ao serem incluídos no “Musicians Hall Of Fame” em Memphis,Tenesse. Na apresentação, tocaram “Not Fade Away”, “Peggy Sue” e “That´ll Be The Day”, acompanhados do guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Breve história de "The Marcels"


the marcels The Marcels foi um grupo de Doo Wop que surgiu  em 1959 na cidade de Pittsburg, Pensilvânia , tendo como fundadores  Cornelius Harp, Fred Johnson, Gene Bricker, Ron Mundy, e Richard Knauss.

Em 1961 o grupo estourou com uma versão totalmente nova para a balada “blue moon”  surpreendendo e, de certa forma, chocando muita gente. Tudo porque, nesta nova versão, Fred Johnson(cantor-baixo) inicia a canção dizendo uma frase do tipo “bomp-baba-bomp" e "dip-da-dip”, e o restante cantada em um ritmo acelerado, algo incomum tratando-se de uma balada de um conjunto Doo Wop. Mas o espanto transformou-se em admiração de público e de crítica. Tanto que a gravação tornou-se o maior sucesso da carreira dos “Marcels”, vendendo mais de 1 milhão de cópias e tornando-se destaque entre as 500 maiores músicas do rock da lista  “Rock N Roll Fame’s”.

Porém, partir de então, as coisas começam a não andar muito bem e o grupo começa sofrer suas primeiras baixas. Os primeiros a saírem foram Knauss e Bricker sendo substituídos por Allen Johnson (irmão de Fred) e Walt Maddox, em agosto de 1961. No ano seguinte, Harp e Allen Johnson deixam o grupo e nos seus lugares entram Richard Harris e William Herdon. Na seqüência Mundy também abandona o The Marcels.

Em 1973 houve uma breve reunião dos membros originais para algumas apresentações. Em 1975, em mais uma tentativa de alavancar a carreira, o grupo gravou algumas canções, contudo não conseguiram alcançar o mesmo sucesso que tiveram na década anterior.

O tempo passou e morreram dois integrantes: Bricker Gene em 1983 e Allen Johnson em 1995.

Até ao início de 1990  a formação dos “Marcels” se apresentava com Johnson, Maddox, Harris, Jules Hopson, e Richard Merritt. No entanto, em 1995, o grupo se dividiu; Fred Johnson formou seu próprio conjunto, com novos membros, enquanto os outros quatro integrantes recrutaram o cantor baixo Ted Smith para se juntar a eles. O imbróglio gerado  por essa cisão foi parar nos tribunais. Em 1996 Maddox ganhou uma ação judicial contra Sunny James Svetnic, o manager do grupo Johnson's, pelo controle da marca “The Marcels” .

Apesar de Maddox controlar a marca “The Marcels”, é o grupo de Johnson que mantém maior identidade junto ao público, exatamente por ter no conjunto membros de outras formações clássicas do “The Marcels”.

Em 1999 Johnson reúne-se com Harp, Mundy, e Knauss  para o PBS Special Doo WOP 50, evento que marca o retorno de vários grupos vocais importantes nas décadas de 50 e 60.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A vida e a carreira de Fats Domino

Antoine Dominique Domino, conhecido pela alcunha de Fats Domino, apelido que remete ao fato de ser gordo, nasceu em 26 de fevereiro de 1928 na cidade de Nova Orleans em Lousiana.
Fats Domino começou a tocar piano aos 7 anos. Em 1949 emplacou seu primeiro “hit” “The Fat Man”, que se tornou um dos maiores sucessos do R&B vendendo mais de 1 milhão de cópias nos EUA.
Nesta época Fats Dominó, contratado da Imperial Records, fez uma série de músicas em co-autoria com Dave Bartholomew. Em 1955 o Rock And Roll explodiu e Fats Domino não deixou de aproveitar o furor desse novo estilo e lançou seu primeiro álbum "Carry on Rockin", combinando uma série de seus hits junto com singles ainda não lançados. Posteriormente o album foi rel-lançado como "Rock and Rollin". Entre as músicas que compunham o disco havia uma chamada “Ain't That A Shame" que lançou Fats Domino no cenário do Rock e alcançou o Top Ten. A partir de então a carreira de Domino começou a decolar. Para se ter uma ideia o cantor tinha 5 músicas entre as 40 mais em 1956, das quais destacam-se "I"Blueberry Hill"- que atingiu a 1ª posição – e "I'm In Love Again". Entre 1957 e 1959 Fats lançou diversos singles entre eles “I´m Walking” (Pop#4), Valley of Tears (Pop#8), “Its´s You i Love (Pop#6), Whole Lotta love (Pop#6), I Wanna Walk You Home (Pop#8) e Be My Guest (Pop#8).
Fats continuou gravando suas músicas pela Imperial Records até 1962, quando a gravadora foi vendida no início de 1963. Ao todo Domino gravou mais de 60 singles pela gravadora, dos quais 40 músicas entraram para o Top 10 de R&B.
Após a saída da Imperial, Fats assinou contrato com a ABC-Paramount Records. Na nova gravadora começou a trabalhar com o produtor Fekton Jarvis e com o arranjador Bill Justis, depois de uma longa parceria com o produtor/arranjador/ compositor Dave Bartholomew, que supervisionou praticamente todos os seus sucessos do período da Imperial.
Com novos parceiros o som de Fats Domino começou a sofrer algumas mudanças, com adição de Backing ao estilo Cowntrypolitan. Como resultado dessa nova fórmula a música de Fats deixou de frequantar os mais altos postos dos principais Hits Parades. Desta vez, de 11 singles lançados pela ABC-Paramount Records, apenas “Red Sails In The Sunset (1963) entrou no Top 40.
Em 1965 deixa a ABC- Paramount e a partir daí até 1970 gravou suas canções por gravadoras como a Mercury e a Reprise.
Um fato curioso e talvez pouco conhecido é o de que Fats Domino foi uma das vítmas do furacão Katrina que devastou a cidade de Nova Orleans em agosto de 2005. O cantor preferiu continuar em casa com sua família, principalmente devido à frágil saúde de sua esposa, à abandonar o local da tragédia. Infelizmente, sua residência encontrava-se em umas das áreas mais inundadas da cidade e sofreu perda total.
Muitas pessoas pensaram que Fats não havia escapado com vida da tragédia chegando ao ponto de escreverem sobre a porta de sua casa a expressão “R.I.P Fats”. Foi então que no dia 1° de setembro de 2005 o agente de Ftas, Al Embry, disse que não havia tido contato com o músico desde a passagem do furacão. Mais tarde, no mesmo dia, a CNN informou que Fats Domino havia sido resgatado pela Guarda Costeira em um helicóptero. Fats e sua família foram levados para um abrigo.
Em 2006 Domino foi o primeiro artista a ser anunciado para o “Jazz & Heritage Festival” mas com a saúde muito abalada não conseguiu fazer mais que uma saudação para o público. Pouco tempo depois o músico anunciou um novo álbum “Alive e Kickin” em benefício da Tiptina´s Foundation que cuida de músicos indigentes e desabrigados da região de Nova Orleans.
Recebeu o seu lugar no Hall da Fama do Rock´n´roll em 1986. Em 2004, a “Rolling Stone” classificou-o na 25ª posição na sua lista dos "100 melhores artistas de todos os tempos."

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Antes e Depois : The Marcels

Para inaugurar a “seção” Antes e Depois selecionei dois vídeos do grupo vocal “The Marcels”.
O primeiro vídeo, de 1961, mostra a formação original do grupo interpretando uma canção natalina chamada “Song Merry Twist-Mas”; Já o segundo vídeo é uma gravação feita para o “PBS Special Doo Wop 50” em 1999, na qual os “Marcels” cantam com muito estilo aquele que foi o maior sucesso de suas carreiras: Blue Moon.
Agora com você, “THE MARCELS”!

The Marcels - Song Merry Twist -Mas - 1961

The Marcels - Blue Moon - 1999


LinkWithin

Related Posts with Thumbnails
Page copy protected against web site content infringement by Copyscape